• Quais são os documentos necessários para financiar um imóvel?

    Documentos do comprador:
    RG (pode ser substituído pela Carteira de Habilitação) e CPF;
    comprovante de renda: CTPS e contracheque. No caso dos autônomos, o extrato bancário pode ser utilizado para a comprovação;
    comprovação de estado civil: Certidão de nascimento ou casamento. Em caso de divórcio ou separação, deve existir anotação averbada na certidão de casamento. Já a união estável pode ser comprovada com uma escritura declaratória ou certidão de filho havido em comum, se houver;
    comprovante de residência;
    declaração de Imposto de Renda (os casados ou em união estável devem apresentar também a declaração do cônjuge/companheiro).
    Alguns documentos adicionais são exigidos quando há o interesse em utilizar o saldo do FGTS no financiamento, como:
    extrato das contas vinculadas, emitido pela Caixa ou obtido pela internet;
    comprovantes de residência, de até três meses e de até um ano atrás.

    Documentos do imóvel:
    Matrícula atualizada: Entre os documentos do imóvel a serem apresentados, a matrícula atualizada é fundamental. Emitido em um cartório de registro de imóveis, o documento apresenta todo o histórico de propriedade, incluindo as alienações, permitindo verificar a situação de momento do bem.
    Certidão negativa de débitos: Pode ser exigida também a certidão negativa de débitos, a ser expedida junto à prefeitura e, individualmente, a certidão negativa do IPTU. Tratando-se de um imóvel usado, também pode ser necessária a apresentação da certidão vintenária, que registra seu histórico nos últimos vinte anos.
    Habite-se: Se você vai financiar um imóvel novo ou na planta, é preciso apresentar a carta de Habite-se expedida pela prefeitura. O documento garante que a construtora obedeceu ao projeto aprovado e o imóvel pode ser habitado. Pode ser exigida também a certidão negativa de débitos junto ao INSS (CND/INSS).
    Opção de Compra e Venda: Para dar entrada no financiamento, é preciso apresentar a Opção de Compra e Venda, preenchida e assinada por ambas as partes. Aliás, os itens de tal documento devem ser analisados com muita atenção, especialmente no tocante à desistência do negócio e possíveis sanções a respeito.

  • Será que eu consigo comprar um imóvel?

    O novo simulador habitacional da Caixa disponibiliza detalhes do financiamento para o comprador antes mesmo que você feche o negócio. É uma ferramenta útil para que você faça seu planejamento financeiro antes de se comprometer com o financiamento.
    Uma das vantagens para quem se enquadra na faixa 1,5 é não precisar fazer cadastro na sua prefeitura — você pode ir diretamente em uma construtora para escolher o imóvel e se dirigir à Caixa depois para ter sua documentação verificada.
    O novo simulador da Caixa conta com uma nova ferramenta que pode ser acessada pela internet para auxiliar as famílias da faixa 1,5 a saber qual será o valor da sua prestação.
    Acesse: https://goo.gl/zp5oaJ

  • Quais são os juros cobrados para cada faixa de renda no programa Minha Casa Minha Vida?

    Faixa 1,5 (renda familiar mensal até R$ 2.600) = 5%;
    Faixa 2 (renda familiar mensal até R$ 2.600) = 5,5%;
    Faixa 2 (renda familiar mensal até R$ 3.000) = 6%;
    Faixa 2 (renda familiar mensal até R$ 4.000) = 7%;
    Faixa 3 (renda familiar mensal até R$ 7.000) = 8,16%;
    Faixa 4 (renda familiar mensal até R$ 9.000) = 9,16%.

  • O que é a taxa de evolução de obra

    A taxa de evolução de obra é cobrada apenas em contratos de financiamento dos imóveis comprados na planta.
    Popularmente conhecida como juros de obra, ela está relacionada aos juros que são cobrados pelo banco junto à construtora para o financiamento do imóvel que ainda está em construção.

    Trata-se de uma cobrança que incide, normalmente, nos financiamentos que seguem um modelo conhecido como crédito associativo, que atualmente está disponível apenas na Caixa Econômica Federal.

    Nesse modelo, o cliente assina o contrato com o banco antes da construção do empreendimento. Os recursos são liberados para a construtora à medida que a obra vai evoluindo.

  • O que é ITBI e por que você precisa pagá-lo?

    O Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) é um tributo cobrado pela prefeitura do município onde se localiza o imóvel negociado. Em algumas cidades ele se chama Imposto Sobre Transmissão Inter Vivos (ITIV).

    A alíquota do ITBI é definida pelo próprio município e varia de cidade para cidade. Em geral, é cobrado entre 2% e 4% do valor venal do imóvel. Ou seja, em um imóvel de R$ 200 mil, o ITBI vai variar entre R$ 4 mil e R$ 8 mil, dependendo do município.

  • O que é amortização de parcelas do financiamento de imóveis?

    Quando não se tem o dinheiro economizado para uma aquisição à vista de imóvel, o mais comum é que o interessado peça por um financiamento em alguma instituição financeira.

    Dessa forma, ele terá o montante total necessário em sua conta e pagará de volta o crédito emprestado para a instituição, ao longo de diversos anos, com acréscimo de juros e outros encargos. Todos os valores e prazos são estipulados em um acordo e, então, deverão ser respeitados e quitados nas devidas ocasiões ajustadas.

    A amortização da parcela diz respeito à diminuição desse saldo devedor (sem acréscimo de tributos ou juros). Ou seja, com o pagamento de cada parcela, o valor devido é reduzido.

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