Refinanciamento de imóveis: 7 dúvidas mais comuns sobre o assunto

Refinanciamento de imóveis: 7 dúvidas mais comuns sobre o assunto

O empréstimo com garantia de imóvel é uma linha de crédito com condições bastante convidativas, como juros baixos e prazos longos, por exemplo. A operação atende a quem precisa pegar dinheiro emprestado e pode oferecer uma propriedade para assegurar o pagamento. Quer tirar mais dúvidas sobre refinanciamento de imóveis? Siga lendo e descubra respostas para 7 questões fundamentais sobre esse assunto!

1. O que é o refinanciamento de imóvel?

Um refinanciamento imobiliário pode ser feito em bancos ou financeiras e é uma operação na qual um imóvel garante o empréstimo de determinada quantia.

Pode ser utilizado para satisfazer a diferentes tipos de demandas, inclusive como meio de levantar recursos necessários à compra de um novo imóvel.

Reformar a casa ou apartamento, investir no próprio negócio e quitar dívidas são outros objetivos que costumam motivar essa operação.

2. Quem pode refinanciar?

Qualquer indivíduo que possa dispor de um imóvel livre de dívidas está apto a pedir um refinanciamento imobiliário.

Vale ressaltar que a propriedade pode ser do próprio tomador de crédito ou de outra pessoa, desde que ela se proponha a alienar seu bem como garantia fiduciária.

3. Quais requisitos o dono do imóvel deve atender?

Comprovar renda é um dos principais pré-requisitos à obtenção de crédito com garantia de imóvel. Essa comprovação deve ser feita tanto pelo assalariado como por um profissional liberal ou investidor.

A parcela dos ganhos que será comprometida com o pagamento do financiamento, geralmente, não pode ultrapassar 35% do rendimento mensal do proponente.

4. Que documentos são necessários para a operação?

As entidades financeiras procedem uma minuciosa análise de crédito para liberar empréstimos com garantia de bem. Abaixo, alguns dos documentos comumente solicitados.

Documentos pessoais

  • RG;
  • CPF;
  • Comprovante de estado civil;
  • Comprovante de residência;
  • Comprovante de renda.

A mesma documentação é exigida do corresponsável pela dívida, quando ele existir (nesse caso, tal participante é denominado “interveniente garantidor”).

Documentos do imóvel

  • Certidão Negativa de Débitos Condominiais;
  • Certidão de Situação Fiscal;
  • Cópia da capa do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) do ano vigente;
  • Certidão de Matrícula.

Dependendo do caso, outras documentações podem ser solicitadas para se certificar de que o imóvel está livre de ônus.

5. Quanto é possível refinanciar?

Uma das principais dúvidas sobre refinanciamento de imóveis é qual o valor máximo dessa transação. O teto para ela é de 60% do preço de mercado do bem, montante calculado de acordo com avaliação da instituição que vai conceder o crédito.

6. Qual o prazo máximo para quitação?

O tempo concedido para a quitação do refinanciamento de imóvel é bastante estendido, podendo chegar a 240 meses (ou 20 anos), por exemplo.

7. Quais custos envolve um refinanciamento?

Os juros do refinanciamento variam de uma financeira para outra, sendo sua taxa mínima 1,44% ao mês, conforme divulgado com base em dados do Banco Central.

A correção monetária dessa modalidade de crédito é feita pelo IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) e outros custos decorrem da contratação do empréstimo, como o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

Mais um custo acessório é com a avaliação do imóvel, despesa que fica por conta do contratante.

Agora que você sanou importantes dúvidas sobre refinanciamento de imóveis, já conta com boas informações para analisar se esse crédito representa uma boa alternativa para você. Lembre-se ainda de verificar como as prestações decorrentes do empréstimo vão impactar a sua renda. Assim, o risco de futuros problemas e arrependimentos é minimizado.

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