Minha Casa Minha Vida 2018: 4 passos para se candidatar no programa

Minha Casa Minha Vida 2018: 4 passos para se candidatar no programa

Com o Minha Casa Minha Vida milhões de famílias tiveram acesso ao sonho da casa própria nos últimos anos. Desenvolvido pelo governo federal, o programa permite o financiamento em até 360 prestações. As taxas de juros aplicadas estão abaixo dos valores praticados no mercado.

Ficou interessado? Continue a leitura e conheça os 4 passos para se candidatar ao programa Minha Casa Minha Vida. Confira!

1. Verificar o limite de renda

O primeiro passo para quem deseja se candidatar ao Minha Casa Minha Vida é verificar se a sua renda se encaixa nos padrões exigidos pelo governo federal. O limite sofreu uma alteração significativa em 2017, permitindo a mais pessoas o acesso ao programa.

O teto atualmente é de R$ 9.000. Os candidatos são enquadrados conforme a faixa de renda, que define os juros e o tipo de subsídio oferecidos:

  • Faixa 1 — renda mensal de até R$ 1.800;
  • Faixa 1,5 — renda mensal de até R$ 2.600;
  • Faixa 2 — renda mensal de até R$ 4.000;
  • Faixa 3 — renda mensal de até R$ 9.000.

2. Conhecer as restrições do programa

Antes de realizar a inscrição é preciso conhecer os fatores restritivos que podem impugnar a candidatura ao programa. Tanto o participante quanto o imóvel a ser adquirido devem cumprir requisitos obrigatórios definidos pelo governo.

Existe um teto máximo para os valores dos imóveis que podem ser financiados pelo Minha Casa Minha Vida. Esse teto pode ser alterado por conta de alguns fatores, como a localização do imóvel, por exemplo. O valor mais alto, vigente nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e no Distrito Federal, é de R$ 240.000.

Podem ser desclassificadas do programa as pessoas que já são proprietárias de imóvel ou receberam benefício de moradia do governo. Quem estiver cadastrado no Cadastro Nacional de Mutuários ou possuir dívidas também pode ficar de fora. A participação é vedada aos funcionários da Caixa Econômica Federal.

3. Reunir a documentação necessária

Para participar do Minha Casa Minha Vida o candidato deve reunir a documentação necessária. É obrigatória a apresentação de um documento de identificação pessoal, além da CTPS, comprovantes de renda e residência.

O estado civil deve ser comprovado por meio de certidão de nascimento ou casamento (devidamente averbada no caso de pessoas separadas ou divorciadas). A declaração de imposto de renda também deve ser entregue.

Em relação ao imóvel é preciso ter em mãos o contrato de opção de compra e venda, assim como a matrícula atualizada. Quem pretende adquirir um imóvel na planta deve apresentar alguns documentos adicionais, como o projeto aprovado, o alvará, a matrícula da obra no INSS, o memorial descritivo da obra e a documentação do construtor ou responsável técnico.

4. Realizar o cadastro

Se você se enquadra nas faixas de renda do programa, cumpre os requisitos legais e está de posse da documentação necessária, tem a oportunidade de realizar o cadastro e se candidatar ao Minha Casa Minha Vida. As pessoas com renda familiar abaixo de R$ 1.800 devem procurar a secretaria de habitação ou a prefeitura de sua cidade.

Quem está nas outras faixas de renda pode se inscrever individualmente, sem a necessidade do cadastro. Basta fazer a simulação para saber se o imóvel cabe no seu bolso e levar a documentação na Caixa Econômica Federal ou no Banco do Brasil.

Agora que você já sabe o que fazer, comece agora mesmo a se organizar para realizar o sonho da casa própria com o Minha Casa Minha Vida.

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